Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

 

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

 
 
   
   
 
home programação história festival tv fotos imprensa ingressos contato Alterações
Busca  
   
   
 

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

   
Apoio  
   
CONFIRA A PROGRAMAÇÃO
Faça uma busca dos eventos por gênero Digite seu email abaixo e receba informações do Festival
Travesties
 
  • Travesties
  • Travesties
  • Travesties
  • Travesties
  • Travesties
Travesties
     

A comédia, escrita por Tom Stoppard, em 1970, se passa durante a Revolução Russa, na cidade suíça de Zurique. Traz uma paródia sobre o papel da Revolução nas Artes e, sobretudo, o papel do artista em qualquer que seja a revolução. A trama acontece entre a casa de Henry Carr e a biblioteca pública da cidade, que funcionam como o habitat de um jogo metalingüístico. Da cabeça de Henry Carr é que saem os encontros e desencontros entre os personagens reais de Lênin, Tzara e James Joyce, e os fictícios, criados por Oscar Wilde, mostrando as "falhas de memória" do personagem. Os anos modernos da pré-revolução russa e o vitorianismo de Wilde funcionam mais como um filme fragmentado ou como um poema sendo escrito e ao mesmo tempo embaralhado, que só o público terá a chave para decifrar. A estilização de duas épocas distintas trazidas para a cena é o grande jogo teatral. O texto de Tom Stoppard é o primeiro trabalho da Cia Ópera Seca sem a direção de Gerald Thomas.

Ficha Técnica

SAO PAULO - São Paulo

Autor: Tom Stoppard | Direção e Iluminação: Caetano Vilela | Produção Executiva: Célia Pagan | Elenco: Germano Mello, Rodrigo Lopez, Manoel Candeias, Roberto Borges, Fabiana Gugli, Patrícia Dinely e Anette Naiman | Cenário: William Pereira | Figurinos: Olintho Malaquias e Chris Aizner | Trilha Sonora para Música Originalmente Composta: Ricardo Severo | Dramaturgia: Sergio Zeigler | Tradução Marco Antônio Pâmio | Duração: 150 minutos | Classificação: 16 anos

comentários

Belisa Baron | 14/04/2010 | 10:35

É claro que muitos sairam no meio de espetáculo sem entender nada. A peça exigia mesmo uma certa velocidade de raciocínio e referência. Atores perdidos na atuação?! Havia ,ali, todo um domínio corporal,vocal.. raro de se encontrar.Fantástico! Melhor peça do Festival pra mim.

TT | 26/03/2010 | 11:59

Cenografia 10, mas achei ruim, cansativo, massante... Sai no meio mesmo!

Vinicius - Campinas | 23/03/2010 | 03:30

Excelente! O texto denso e ótimo, mas deixou nosso grupo formado por Economistas, Historiadora e Psicóloga perdido em alguns momentos, pois há muitas referencias (acredito que muita gente não entendeu nada), mesmo assim é muito bom. O figurino e o cenário são incríveis. A chuva de livro me deixou boquiaberto! Deveria explicar que é REALMENTE um intervalo, pois muitos não voltaram. Recomendadíssimo

Getulio Guerra | 20/03/2010 | 16:26

Fiz alguns comentários sobre a estréia lá no nosso www.twitter.com/PrasBandas. Não foi um livro, mas demais pra trasnscrever pra cá.

Paulo | 20/03/2010 | 10:29

Muita gente saiu do teatro no meio da peça...não achei legal, fiquei até o final, embora realmente em alguns momentos os atores estivessem meio perdidos na atuação.

Daniela | 20/03/2010 | 04:54

Gerald é tudo, principalmente ele é. Não tentem dar uma conotação menor do que tudo, por que tudo perece mas Gerald continua, comseu trabalho, sua obra e sua genialidade. QUe jorre sucesso a Caetano e ao pessoal todo que faz a mágica peça.

Lúcio Jr | 19/03/2010 | 09:30

Q Gerald é o passado, que nada! Ele vive em meu blog: www.penetralia-penetralia.blogspot.com

Lúcio Jr | 19/03/2010 | 09:29

Adorei o vídeo do Travestis. Gerald Thomas não é passado. No meu blog ele continua vivo. www.penetralia-penetralia.blogspot.com

Douglas | 17/03/2010 | 14:38

Lendo a respeito desse diretor(Caetano Vilela) ... descobri que a novidade é ele estar dirigindo a Cia... pelo jeito ele é "o cara mesmo" ja dirigiu gdes óperas no festival de Manaus sem contar diversos trabalhos realizados no exterior. Sem duvida promete ser um sucesso dirigido por "um cara" que entende de TEATRO!!

JC | 14/03/2010 | 14:33

Li uma matéria destacando muito o trabalho na Folha de São Paulo. O diretor Caetano é apontado como o cara da vez!!! Imperdível!

Carla Regina | 13/03/2010 | 11:30

http://www.youtube.com/watch?v=5ELARWIB9U8 Espetáculo maravilhoso!

Claudio | 10/03/2010 | 20:44

Gerald é um mala adorável, ou seria um adorável mala!? Mas é genial, sem dúvida! Vamos ver como a cia anda sem ele. Curioso estou. Valeu, Festival!

Reikrauss | 08/03/2010 | 21:00

http://www.youtube.com/watch?v=Zqu0c7lhzNo Espetáculo Imperdével!

trondoocrono | 05/03/2010 | 13:29

Gerald Thomas merece todo o nosso respeito por tudo o que fez pela Ópera Seca... Acho impróprio atraibuí-lo ao termo "passado" uma vez que tudo o que sempre fez esteve a frente de nossos dias - pelo meno os dias rasos do teatro brasileiro...

Rimbaud | 10/02/2010 | 10:14

Ficaria mais correto e muito melhor se a resenha acabasse assim: "O texto de Tom Stoppard é o primeiro trabalho da Cia Ópera Seca com a nova direção de Caetano Vilela." Gerald Thomas já é passado, vamos pensar no presente e no futuro.

Escreva o seu comentário
   
Nome
Email
Comentário
  Caracteres restantes:
Repita os caracteres da figura
   
 
Serviço
Datas:
19/03 - 21:00, 20/03 - 21:00
Gênero: Comédia
Preços: R$ 45.00 e R$ 22.50
Local: Teatro Guaíra (Guairão)
apoio: apoio cultural: operadora oficial: agência oficial: portal oficial:
Festival na web: